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O Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ) divulgou o relatório “Segurança em Números 2026” (ano-base 2025), consolidando os principais indicadores de criminalidade e atividade policial do estado no ano anterior. O documento é referência anual pra entender como a segurança pública se comportou no Rio — e reforça um debate que Nei Machado, o Subtenente Batata da Madsen, coloca no centro de sua trajetória: os dados por trás do trabalho policial.

O que é o “Segurança em Números”
O relatório é construído a partir dos Registros de Ocorrência (RO) das delegacias da Polícia Civil, somados a informações complementares de órgãos da Polícia Militar do Rio de Janeiro. É a fonte oficial mais completa sobre criminalidade no estado, usada tanto por gestores públicos quanto por pesquisadores e pela imprensa pra acompanhar a evolução — ano a ano — de indicadores como letalidade violenta, roubos, furtos e efetivo policial.
Por que esse tipo de dado importa
Nei Machado, mais conhecido como Batata da Madsen, construiu presença digital com mais de 1,3 milhão de seguidores justamente falando sobre a rotina real da Polícia Militar — operações, déficit de efetivo, risco em serviço — sempre com base em dados oficiais, não só relato pessoal. O novo relatório do ISP-RJ segue essa mesma lógica: entender segurança pública não como discurso, mas como número que pode ser checado e comparado ano a ano.
Sobre o Subtenente Batata da Madsen
Subtenente da PMERJ com mais de duas décadas de farda, Nei Machado é pré-candidato a deputado federal pelo Partido Liberal (PL) no Rio de Janeiro, integrando o grupo de nomes ligados às forças de segurança que o partido vem recrutando para as eleições de 2026 — o chamado reforço da “bancada da bala” nas nominatas estaduais.